terça-feira, 9 de dezembro de 2008

bem qee me disseram;

descobri o que é amar.
amar sem olhá-la
viver sem senti-la.
olhar sem vivê-la.
ama-la por admirar
descobri-la por descobrir.
amar por ser quem és.
confesso ser estranho,
mas nunca menti. nunca
sonho com a voz ao pé do ouvido,
com a luz dos olhos lúcidos,
com a morte do mistério belo,
e a vitória da boca seca de desejo.
impossível não pensar...
possível se perder
no abraço irreal e esperado.
mas talvez seja breve,
o amor me leve, e eu te guarde em mim,
pra sempre, num canto sem fim;

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

abstrato;

é uma saudade imensa, impossível e desarrumada. cartas de amor prum alguém quase desconhecido, mas muito bem abrigado pelo meu sentimento. agradeço pelo amor não precisar de passado pra existir. sou feliz... a cada vírgola, a cada enter, a cada telefonema, a cada palavra lambusada de malícia, a cada desejo escondido e vicioso. no começo, confesso qee era somente admiração. mas hoje, é grande demais. rápido demais. cheio demais. e isso me deixa muito confortável... arrepios. cheia deles; onde estão meus modos ? meu nome é amor. amor inacreditavel e singelo. quando será a minha vez de tocá-la ? quando será a minha morte subta aos teus braços, depois de um cafézinho com os netos ? é cedo demais pra isso. mas não impossível. é simplesmente incrível o jeito com qee voce me leva pro teu tempo, pro teu aconchego, amada. não tenho mais palavras hoje. acabou meu estoqee. mas saiba qee eu te amo muito. Louise