segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

vida e morte, dona sorte;

Queria muito dizer... falar e ser ouvida; mas com um certo valor.
Os namorados me causam aborto. Meus filho de paciência morre gelado,
dá espaço ao feto de ciúmes, gerando no meu coração vagabundo,
que nunca se cansa de ter esperança de um dia, ser tudo o que quer.
Confusa, acima de tudo. Sempre.
O amor que tenho guardado se cansa de esperar.
O perco de vista... prode irei sem ele ? como escreverei
meus protestos sem sen.ti.mentos ? porque não posso voar com ele ?
sonhar não custa nada... pelo menos.
Ela... ela e seus olhos indecentes, provocantes e cheio
de pecados. Minha vontade é grande demais pra ela. Sou fútil. A poesia que se torna pão de cada dia, vive morrendo em mim, nas horas encharcadas de ódio. Ela foge, se esconde em meus lábios; sem chances... não posso dizê-los. Como sabes ?
Viverei sem ti, gigante.

Um comentário:

'- Glauco disse...

seus olhos indecentes, provocantes e chei ode pecados. deve ser por isso que me perco por vc