quinta-feira, 14 de maio de 2009

Yann.

Como é banal essa distância entre nós. A minha vibração é como a sua. Sou pequena... literalmente. E como me incomoda essa impossibilidade de sorrir ao teu lado.
Talvez seja passageiro mesmo, concordo comigo, Mas então, se é ligeiro, porque não vivê-lo, assim, incertamente.
Não que seja incerto pra mim, mas tenho a grande certeza de que é pra você. Viver um sentimento tão sujo e tão bonito, é tão digno que me invade. E ver você assim tão próximo, no abraço inocente e cheio de vontade... é a saudade de você, mesmo perto. Saudade de algo que jamais aconteceu e que também não acontecerá.
Seus olhos, o semblante e as mãos, a voz... é tudo isso que me perturba. Não vou dizer que é amor, nem o prazer, nem carinho, admiração, paixão ou coisa do tipo. É um afeto estranho, forte, admito. O tempo não é problema pra mim. Talvez deva esquecer, sem mais nem porquês... é plenamente certo correr diante de você e de mim, dizer em poucas palavras que é isso mesmo que sinto.

Um comentário:

Lucio disse...

Estamos separados fisicamente.
Mas vejo suas palavras escritas em muros e me apaixono por ti novamente.