domingo, 17 de maio de 2009

Nat.

é essa saudade do que não existe que me faz soar campainha, enfurecidamente.
comer seus olhos como quem come sundae num dia de calor.
sorrir pro dia e arrepiar meus pelos num mar cheio de ondas.
e pensar nas luzes baixas e serenas que o sol que me entregaria, quando encontrasse você.
admirar suas costas e seus traços, suas curvas, seus cachos, suas chuvas...
você é tão distante de mim, inteiramente. nossas almas se cruzam sempre que desejo seus corpo no meu.
e seus sorrisos congelados e eternizados pelas lembranças que vagaram por mim.
o consolo nas letras e os amores nas palavras.

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