sábado, 19 de dezembro de 2009

amada mente

quanta coisa...
quanto amor por aí.
reais, incertos, caídos, furados
recauchutados, maxterizados.
quanto material imprórprio,
quanta cortina lavada.
amor... como fala-se dele.
o tempo todo, a vida toda...
a gente toda, assim como eu, aqui
falando dele.
quanta coisa se fez no escuro.
quanta paixão escurecida
ao tempo e a distância.
que se corre à Argentina
pra rever o beijo
límpido e inteiramente deles.
como são belos, os amantes.
e como são tolos, os
grandes objetivos,
perdendo o melhor do inferno
na Terra.

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