sexta-feira, 3 de junho de 2011

veja bem, meu bem...?

Ai, o amor...
E as suas longas tranças...
Os espinhos e as pétalas.
Se há uma porta, existe a rua.
A dor do peito que varre as sobras do antigo amor
e a recuperação total!
O calor do novo amor e as feridas fechadas, como um ímã.
As dores sutis, os olhos rasos d'água.
AH! Quantos problemas causam o amor.
Mas quantos filhos bons... quantos canteiros, quantos frutos e casas.
A calmaria oceânica do meu ser
e a ressaca, no fim do dia.
A ventania, os terremotos, tsunamis
e a

RE-CONS-TRU-ÇÃO

a mudança, os quadros e pisos novos.
o olhar ainda raso, cheio d´'agua.
porque tanta água?
vamos ao porto
ao corpo
vamos nos entorpecer de nós e
silenciar...
o que acha, meu grande amor?
vamos ser?