sábado, 27 de agosto de 2011

Alguém

ai, você.
quando há saudade anônima
e a ausência de algo que não sei, como esquecer um livro necessário,
 passo a acreditar que é você
que ainda falta revelar em mim
as fotografias 
revelar
as luzes que se agitam na casa de minh'alma, dentro dos cômodos 
os tremores, os temores, 
a ânsia nas vésperas das respostas
ai, quantos versos minh'alma recita sobre ti.
e quantas flores pensei em entregar-te, como este poema singelo. 
e ainda sinto teu cheiro
o cheiro natural, do corpo


eu prevejo os futuros amantes. 
e a ilusão talvez venha; e junto
a desilusão.
e você? o que dirá?
eu te encontro nos sonhos. 

2 comentários:

Anônimo disse...

Bruna,

Sua poesia está mais densa, profunda. Apesar disso, preserva sua ternura, sua tenra beleza.

Poeta

bruna moraes disse...

quem és tu, poeta? não me deixe assim, tão curiosa.