quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Alterei-me

Tivemos uma noite complexa, cheia de paradóxos...
Minha mãezinha aos prantos,
O irmãozinho na platéia.
E meu amado, o palco.
Meus tempos pacedem ainda mais lentamente.
Os olhos dele eram holofotes.
Que cena! Que papel!
Desejei seus dedos, sua face... tocá-lo com mãos de atriz.
Um desespero quase cômico, com minhas lágrimas, trêmula e ofegante.
Me sinto no desprezo, na vergonha.
E no pavor das respostas.
Que assim seja, como Deus quiser.
Eu o amo... não importa onde ele o guarde. Meu amor é imensurável.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Que Tempo!

A carne me pega, todo o dia.
E minh'alma chora, porque não a tenho. 
Não a tenho e não posso por não ter cronológico tempo
o suficiente para justificar
o amor e a paixão.
Não escolho quem amo, não escolho quem preciso...
Mas todos acham que podem escolher.
Acham que podem policiar.
Eu compreendo o perigo dos homens, para mim.
Mas compreendo, também, o desejo que meu inteiro tem.
AH, ME DEIXEM AMAR! POR FAVOR! EU IMPLORO!