sábado, 21 de abril de 2012

O Mal Reside

Quando o homem deixará o mal?
Quando o mal descansará? 
Ele só existe na Terra? 
Este sentimento profundo, onde há dor em covardia.
Onde há loucura. 
Será que um dia o mal será relativo 
Será relato para meus olhos terrenos, quando Aruanda me abrigar? 
Quando meu corpo deixar de ser minha casa, eu espero não saber sobre os sentimentos do homem, nem pensar, nem sentir...
existir algo diferente do que se tem aqui.
Eu preciso deixar o pensamento, deixar de desejar a ida. 
Mas quando eu for, espero não voltar.

Um comentário:

Anderson Lopes disse...

Bruna, tua poesia atravessa o peito. O blog está lindo.