quinta-feira, 5 de julho de 2012

Tndr

A cor do seu corpo
Rubro...
Arrepia meus pelos,
Apenas imaginar-te.
Te encontrei, tão inquieta
E você tão sereno.
Tua companhia excita minh'alma
Atrapalha meu sono, sua lembrança.
A lembrança de tão poucos encontros.
És um poço de pecados...
Homem gigante.
O poema não terminaria.
São infinitos, os adjetivos...
Sonho um beijo, um afago
Ou algo puro... tanto faz.
É você que cativa tudo o que é possível em mim...
Homem-poesia.

Ato

Faz profundos carinhos na pela de minh'alma e ela se excita, como um corpo faz.
Mas só toca quem sabe tocá-la, onde e como. 
E acredito num dom, como quem canta, como quem é poeta, num dom de alisar o clítoris da alma.
E o orgasmo é o ato, bem depois do começo, depois do toque profundo.