segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Fidelidade

Preciso excitar a poesia.
Deixá-la rubra
aquecida pelos olhos,
transpirando o aroma lírico
na roupa de cama.

Quero lambuzar-me do seu líquido,
esfregar as pernas na pele
que arde.
Trazer os filhos,
com gens de amor.
Mas ela vai e volta,
desfaz os laços...
arremessa o corpo ao mar,
pois sabe o poder que tem.
Tão logo, estou eu, à navegar,
à sua procura.

Minha amada incondicional.
Serei-te fiel até o fim dos meus tempos.

2 comentários:

Mario Lindberg disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mario Lindberg disse...

Espetáculo! É uma música? Os versos são muito palpáveis e as cenas facilmente visíveis e reais. Parabéns!